O primeiro marco na história de Valinhos registra a concessão de uma sesmaria a Alexandre Simões Vieira no dia 2 de dezembro de 1732, que foi outorgada pelo presidente de São Paulo, Antônio Luiz de Távora, o conde de Sarzedas. Alexandre abriu um caminho novo de Jundiaí aos Goiazes, tendo um local chamado Pinheiros, o primeiro marco oficial de uma área dentro do atual município de Valinhos. Segundo o professor Mário Pires em seu livro “Valinhos: Tempo e Espaço”, a localização deste chamado Pouso de Pinheiros provavelmente é o atual bairro Capuava.
Em 1889 Campinas registrou uma epidemia de Febre Amarela que, segundo cálculos feitos à época, reduziu a população de 20 mil para 4 mil. Historiadores afirmam que a maioria das pessoas fugiu com medo da doença e muitas pessoas buscaram refúgio em Valinhos.
Em função da epidemia, a Sexta Secção Eleitoral de Campinas foi transferida para Valinhos. Em 1893, o Diário Oficial do Estado do dia 1º de setembro publica ato de criação do ‘Distrito Policial de Valinhos’.
Em 1872 teve início o tráfego ferroviário pela Cia. Paulista de Estrada de Ferro de Jundiaí a Valinhos responsável pelo transporte das sacas de café em grãos, com destino ao Porto de Santos. Após a abolição da escravidão, em 1888, a pequena Vila de Valinhos começou a receber os primeiros imigrantes italianos e ganhou um impulso na agricultura. Em 1896 a pequena e próspera Vila de Valinhos foi elevada à categoria de Distrito de Paz.
O primeiro marco na história de Valinhos registra a concessão de uma sesmaria a Alexandre Simões Vieira no dia 2 de dezembro de 1732, que foi outorgada pelo presidente de São Paulo, Antônio Luiz de Távora, o conde de Sarzedas. Alexandre abriu um caminho novo de Jundiaí aos Goiazes, tendo um local chamado Pinheiros, o primeiro marco oficial de uma área dentro do atual município de Valinhos. Segundo o professor Mário Pires em seu livro “Valinhos: Tempo e Espaço”, a localização deste chamado Pouso de Pinheiros provavelmente é o atual bairro Capuava.
Em 1889 Campinas registrou uma epidemia de Febre Amarela que, segundo cálculos feitos à época, reduziu a população de 20 mil para 4 mil. Historiadores afirmam que a maioria das pessoas fugiu com medo da doença e muitas pessoas buscaram refúgio em Valinhos.
Em função da epidemia, a Sexta Secção Eleitoral de Campinas foi transferida para Valinhos. Em 1893, o Diário Oficial do Estado do dia 1º de setembro publica ato de criação do ‘Distrito Policial de Valinhos’.
Em 1872 teve início o tráfego ferroviário pela Cia. Paulista de Estrada de Ferro de Jundiaí a Valinhos responsável pelo transporte das sacas de café em grãos, com destino ao Porto de Santos. Após a abolição da escravidão, em 1888, a pequena Vila de Valinhos começou a receber os primeiros imigrantes italianos e ganhou um impulso na agricultura. Em 1896 a pequena e próspera Vila de Valinhos foi elevada à categoria de Distrito de Paz.
Personalidades – Adoniran Barbosa

Adoniran Barbosa nasceu em Valinhos no dia 6 de agosto de 1910. Mudou-se com os pais Ferdinando e Emma Rubinato, imigrantes italianos, para Jundiaí, Santo André até chegar em São Paulo, onde trabalhou como vendedor de tecidos até participar de programas de calouros no rádio. Ele trabalhou mais de 30 anos na Rádio Record como ator, locutor, discotecário e se destacou como cantor e compositor dos sucessos “Saudosa Maloca” (1951), “Samba do Arnesto” (1953), “Abrigo de Vagabundo” (1959) e “Trem das Onze” (1964). Ele morreu em São Paulo no dia 23 de novembro de 1982.
Flávio de Carvalho

neiro 10 de agosto de 1899 e viveu muitos anos em Valinhos, onde morreu em 4 de junho de 1973. Flávio é considerado um dos grandes nomes da geração modernista brasileira, atuando como arquiteto, engenheiro, cenógrafo, teatrólogo, pintor, desenhista, escritor, filósofo, músico, entre outros. Ele projetou a famosa Casa de Flávio de Carvalho, ou sede da Fazenda Capuava, em 1929 e construiu em 1938, com 650 m2 e catorze cômodos. A Casa foi tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1982.
Padre Leopoldo Van Liempt

O Padre Leopoldo Van Liempt era um sacerdote holandês que escolheu Valinhos para instalar a sua casa de acolhimento aos seminaristas em preparação. Aos sábados celebrava a missa na garagem de sua casa no bairro Santa Cruz. Ele permaneceu na cidade durante 17 anos e nesse período fundou a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Valinhos, entidade que presidiu de 1975 até sua morte em 9 de fevereiro de 1984.
Monsenhor Bruno Nardini

O Monsenhor Bruno Nardini chegou em Valinhos em 12 de fevereiro de 1939 e teve atuação marcante na cidade, pois foi o responsável pela construção da Matriz de São Sebastião entre 1939 e 1944, uma das mais importantes e belas obras arquitetônicas de Valinhos, e idealizou a Festa do Figo, que posteriormente se tornaria o maior evento turístico de Valinhos, valorizando a cultura e a agricultura da cidade e elevando o status da cidade em nível nacional e internacional. Apesar da aparência franzina, Bruno Nardini tinha espírito de liderança, criatividade e carisma. Deixou Valinhos em 1955.