Chieko é uma das empresárias mais influentes do Brasil e fundadora da Blue Tree Hotels, uma das maiores redes hoteleiras do país, com mais de 4 mil apartamentos e espaços de eventos distribuídos do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Possui uma carreira marcada por visão estratégica e inovação, transformando a hotelaria nacional com seu conceito de hospitalidade baseado na humanização e na busca pelo bem-estar dos hóspedes. Foi pioneira em um setor historicamente dominado por homens, onde criou o conceito ‘Alma Blue Tree’, nos pilares Bem-cuidar, Bem-receber e Bem-servir, filosofia aplicada diariamente nos hotéis.
Formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e com especializações no Japão e nos Estados Unidos, Chieko criou a filosofia “Alma Blue Tree”, com os pilares do Bem-Cuidar, Bem-Receber e Bem-Servir, que são colocados em prática no dia a dia dos seus 21 hotéis espalhados pelo Brasil.
Antes de fundar a rede em 1997, ela atuou como diretora de marketing e vendas dos hotéis Caesar Park de São Paulo e do Rio de Janeiro, e Vice Chairman da rede hoteleira dos Estados Unidos, Westin Hotels & Resorts.
A empresária também faz parte do Grupo Mulheres do Brasil, incentivando a participação e a liderança feminina na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, olhando, inclusive, para a questão da qualificação da mulher vítima de violência doméstica para que ela possa se inserir no mercado de trabalho.
Chieko acredita que a participação das mulheres em cargos de liderança é essencial para o sucesso dos negócios neste novo modelo de mercado, que exige cada vez mais trabalho em equipe, empatia, gestão de crises e capacidade de inovação. Para ela, a diversidade não é apenas uma vantagem, mas uma necessidade estratégica, pois são justamente as diferentes perspectivas que impulsionam soluções inovadoras, sustentáveis e mais humanizadas.
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, Chieko Aoki compartilha uma mensagem especial com todos os leitores da Revista Valinhos UP!
“Nas últimas décadas, as mulheres conquistaram espaços importantes na sociedade e no mercado de trabalho, demonstrando, com competência e inovação, sua capacidade de liderança. No entanto, ainda enfrentamos desafios que tentam limitar nosso avanço. O Índice de Reykjavík, que mede a percepção de mulheres e homens como líderes nos países do G7, alcançou seu menor nível desde 2018, dado preocupante que aponta uma piora na visão da sociedade sobre lideranças femininas e reforça a necessidade de continuarmos promovendo exemplos de sucesso.
A liderança feminina não se trata apenas de ocupar cargos, mas de trazer novas perspectivas, humanizar as relações e construir ambientes mais colaborativos, equilibrados e inclusivos. No Brasil e no mundo, temos exemplos inspiradores de mulheres que, com determinação e talento, transformam setores e impulsionam mudanças positivas, como a Luiza Trajano, da Magalu; a Sônia Hess, fundadora da Dudalina; entre outros nomes que comandam marcas de sucesso. As mulheres já mostraram que são capazes.
O futuro deve ser diverso, pois é dessa diversidade que surgem as melhores ideias e soluções. O mercado já compreendeu que a equidade de gênero não é apenas uma questão de justiça, mas uma estratégia essencial para o sucesso sustentável dos negócios. As mulheres não querem substituir os homens, mas complementar e fortalecer as decisões. Com mais mulheres correndo atrás de seus sonhos, assumindo posições de liderança e influenciando diferentes esferas da sociedade, construiremos um mundo mais justo, inovador e equilibrado para as próximas gerações.”
“Com mais mulheres correndo atrás de seus sonhos, assumindo posições de liderança e influenciando diferentes esferas da sociedade, construiremos um mundo mais justo, inovador e equilibrado para as próximas gerações.”
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